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Salmo 127

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Salmos

"ORAI PELA PAZ DE JERUSALÉM! SEJAM PRÓSPEROS OS QUE TE AMAM. REINE PAZ DENTRO DE TEUS MUROS E PROSPERIDADE NOS TEUS PALÁCIOS. POR AMOR DOS MEUS IRMÃOS E AMIGOS, EU PEÇO: HAJA PAZ EM TI! POR AMOR DA CASA DO SENHOR, NOSSO DEUS, BUSCAREI O TEU BEM" SALMOS 122.6-9
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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Com argumento econômico, empresários de Israel defendem paz com palestinos


Um grupo formado por alguns dos maiores empresários de Israel lançou uma campanha pública defendendo um tratado de paz com os palestinos. Eles argumentam que um acordo com os rivais históricos seria vantajoso economicamente para os dois lados envolvido no conflito. Notícias relacionadas Unesco cancela mostra sobre o povo judeu e gera polêmica em Israel Morre Ariel Sharon, o 'trator' da política israelense Pressão pode fazer Netanyahu passar por 'sharonização', dizem especialistas Tópicos relacionados israel, Oriente médio, Internacional O grupo, denominado BTI, sigla de Breaking the Impasse ("Rompendo o Impasse", em tradução livre) publicou anúncios de páginas inteiras nos principais jornais israelenses e também colocou grandes cartazes em locais estratégicos das maiores cidades do país. "Bibi, sem um acordo não conseguiremos reduzir o custo de vida, só você pode", diz um dos cartazes, dirigido ao primeiro-ministro Binyamin "Bibi" Netanyahu. "A campanha é totalmente financiada pelos empresários, que são responsáveis por uma grande parcela do PIB de Israel", disse à BBC Brasil Tal Speer, porta-voz da campanha. De acordo com ele, a campanha é "inédita". "Esta é a primeira vez em que grandes empresários israelenses se organizam e aparecem publicamente, para convencer a sociedade e o governo de que a paz é necessária para a prosperidade do país", afirmou. Os anúncios veiculados nos jornais apresentam um abaixo-assinado com os nomes dos executivos e de suas respectivas empresas, exortando a liderança política do país e o público a "aproveitar a janela de oportunidades, que foi aberta para nós, para chegar a um acordo que ponha fim ao conflito". "Não se trata de um beco sem saída, a solução depende de todos nós, mas acima de tudo, primeiro-ministro Netanyahu, depende de você", afirmam os assinantes. A campanha ocorre em meio a negociações de paz mediadas pelo secretário de Estado americano, John Kerry, que nas próximas semanas deverá apresentar um esboço do acordo para a avaliação dos líderes israelenses e palestinos. A aproximação desse momento, considerado crucial no chamado processo de paz, eleva a tensão no país. Partidos de extrema-direita vêm organizando manifestações contra o acordo e contra a retirada de Israel dos territórios ocupados. Esquerda? Cartaz grupo BTI pede paz entre palestinos e judeus | Crédito: Guila Flint/BBC Brasil Campanha pública ocorre em meio a negociações de paz mediadas por EUA A proposta dos empresários israelenses também causou surpresa porque, tradicionalmente, a defesa de um acordo de paz – e da retirada de colonos judeus de territórios palestinos – sempre foi uma bandeira política associada a grupos de esquerda. "O BTI não é um grupo de esquerda, não é um movimento politico, nossa mensagem é dirigida a todos os setores da sociedade", ressalva Speer. "Todas as pesquisas de opinião indicam que a maioria dos israelenses apoia um acordo de paz baseado no princípio de dois Estados. Os argumentos econômicos, que tiveram pouco destaque no passado, podem fortalecer o apoio do público ao acordo", acrescentou. Segundo o general da reserva Danny Rothschild, que também faz parte do grupo, "nós dizemos a Netanyahu - faça um acordo e assim será possível resolver o problema do custo de vida, pois os recursos do país poderão ser distribuídos de maneira totalmente diferente". "A quantidade de dinheiro que se desperdiça para fortalecer o Exército e proteger os colonos é muito maior do que podemos nos permitir", afirmou Rothschild à BBC Brasil, "um acordo levará não só a uma distribuição diferente dos recursos que possuímos, mas também ao aumento significativo dos recursos pois, se houver paz, novos mercados se abrirão para Israel e a exportação crescerá". Para Oren Most, presidente da empresa Golan Telecom, uma das grandes provedoras de telefonia celular de Israel, "(John) Kerry está fazendo um trabalho muito sério nas negociações, acredito que o esboço de acordo que ele está elaborando incluirá vantagens para os dois lados (israelenses e palestinos) e nenhum deles deverá vetá-lo". "Estou otimista, acho que estamos indo na direção certa e que haverá um acordo. Também acho que nossa campanha está surtindo um efeito positivo, tanto sobre o público como sobre o governo", disse Most. De acordo com um comunicado do BTI, "precisamos chegar a um acordo urgentemente, o conflito afeta o bolso de todos os cidadãos e o acordo terá um impacto de longo alcance sobre a economia e a sociedade dos dois lados". "O mundo começa a perder a paciência e as ameaças de sanções (contra Israel) crescem a cada dia que passa, temos uma janela de oportunidade graças à atuação de John Kerry e devemos aproveitá-la", conclui o grupo. Outro lado A campanha, no entanto, divide opiniões dentro do governo de Netanyahu. Recentemente, o ministro israelense da Economia, Naftali Bennett, declarou que "um Estado palestino destruirá a economia de Israel". Na avaliação de Bennett, a concessão da soberania aos palestinos sobre a Cisjordânia e a Faixa de Gaza "provocaria uma onda de foguetes ao centro de Israel". Ele diz temer que outras partes do país enfrentem rotina semelhante à de cidades como Sderot e Ashdod, alvos de foguetes lançados pelos palestinos. Para comprovar sua tese, Bennett cita o exemplo da Segunda Intifada, que, segundo ele, interrompeu um período de bonança na economia israelense. Já o ministro das Finanças, Yair Lapid, afirmou que o acordo de paz representaria uma economia de 20 bilhões de shekels (R$ 13,6 bilhões) ao país, além de elevar em 16 bilhões de shekels (R$ 11 bilhões) as exportações. FONTE: BBC BRASIL

Judeus trocam França por Israel com medo de antissemitismo

Um número cada vez maior de judeus está saindo da França, em meio ao que a comunidade classifica como uma onda crescente de antissemitismo. Pesquisas sugerem que muitos judeus temem usar roupas que os identifiquem (BBC) Pesquisas sugerem que muitos judeus temem usar roupas que os identifiquem (BBC) Uma agência especializada na emigração de judeus para Israel informou que ajudou 3,2 mil pessoas a seguirem esta rota em 2013, um aumento de 63% no número registrado em 2012. Muitos afirmam que a crise econômica e o desemprego na França, que chega ao índice de 11%, contribuem para a onda de emigração. O governo de Israel também estimula a mudança, dando ajuda aos que chegam ao país e reconhecimento a diplomas e qualificações conseguidas na França. FONTE: BBC BRASIL

domingo, 28 de abril de 2013

Radicalismo islâmico sai do esquadro da geopolítica

Dois eventos dos últimos dias indicam o quanto o radicalismo islâmico está fora do esquadro da geopolítica: o envolvimento de dois irmãos chechenos no atentado de Boston e a vinculação com uma célula da Al-Qaeda de dois iranianos que preparavam um atentado contra um trem de passageiros no Canadá. Em 2011, autoridades russas alertaram o governo americano para o radicalismo do checheno Tamerlan Tsarnaev, radicado nos Estados Unidos. O FBI interrogou o suspeito e seus familiares, concluiu que ele não representava ameaça e o deixou sem qualquer vigilância. Do ponto de vista da política internacional, não seria lógico que Tamerlan e seu irmão Dzhokhar considerassem os EUA como alvo. Dzhokhar postou em sua página no VK, o equivalente russo do Facebook, links para mensagens em favor do separatismo checheno e para vídeos de combatentes sírios. A Federação Russa, da qual faz parte a Chechênia, reprimiu violentamente o seu movimento separatista, semidestruindo a república. A Rússia apoia, com armas e com seu poder de veto no Conselho de Segurança da ONU, o regime da Síria, onde mantém sua única base naval no Oriente Médio. EUA e Rússia são rivais globais, e o governo de Barack Obama nutre simpatia pela oposição síria. Tamerlan era muçulmano, assim como seu irmão Dzhokhar, que postou na sua página que o Islã contém a solução para todas as coisas. Tratar isso como indício de terrorismo seria adotar a intolerância religiosa como política de segurança. A teocracia iraniana representa o establishment do radicalismo xiita. A Al-Qaeda é a mais importante rede terrorista sunita. Parte de seu financiamento vem de famílias sunitas da Arábia Saudita e possivelmente de outras monarquias do Golfo, na disputa com os iranianos por influência sobre o mundo muçulmano. Essas fronteiras já haviam sido embaralhadas na Palestina, com o apoio do grupo libanês xiita Hezbollah, patrocinado pelo Irã, ao grupo sunita Hamas. Mas continuam nítidas no Iraque, onde a Al-Qaeda ataca a população xiita e o governo do primeiro-ministro xiita Nuri al-Maliki, apoiado pelo Irã; e na Síria, onde o Irã respalda o regime alauíta (um ramo do xiismo) na repressão contra combatentes majoritariamente sunitas (incluindo da Al-Qaeda). As autoridades canadenses afirmaram não haver indícios de ligação entre um governo estrangeiro e os dois iranianos presos – que foram denunciados no ano passado pelo imam de sua mesquita, preocupado com a influência sobre alguns fieis de um líder radical local. O Canadá rompeu relações com o Irã em setembro, quando o ministro das Relações Exteriores canadense, John Baird, qualificou o Irã como “a mais importante ameaça à paz e à segurança do mundo”. O chanceler iraniano, Ali Akbar Salehi, ridicularizou a suposta associação entre o Irã e a Al-Qaeda. Depois da invasão do Afeganistão pelos EUA, em 2001, integrantes da Al-Qaeda fugiram para o vizinho Irã, onde foram detidos, ao menos em princípio. Entre eles, estava um filho de Osama bin Laden, Saad, e o então responsável pela segurança da rede, Saif al-Adel, cujo sogro, Mustafa Hamid, seria o elo entre a Al-Qaeda e o regime iraniano, segundo o serviço secreto americano. O Islã divide-se em seitas, e elas são importantes para compreender a configuração dos grupos radicais. Mas esses grupos também seguem uma lógica supranacional, e não respeitam fronteiras, de qualquer ordem. Os serviços de inteligência do Brasil, sede da Copa e da Olimpíada, devem tomar nota. FONTE: O Estado de S. Paulo Lourival Sant’Anna

terça-feira, 19 de março de 2013

Irã convoca muçulmanos para a guerra contra Israel

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, ordenou que todas as forças armadas do regime islâmico se preparem para a guerra. Segundo uma fonte da Guarda Revolucionária iraniana, o regime acredita que Israel está prestes a atacá-los. Seu desejo é convocar todos os muçulmanos para se unirem a eles na “última guerra” O clima de guerra iminente no mundo ficou mais pesado quando a Coreia do Norte disse que estava cortando a comunicação com a Coreia do Sul e ameaçou usar seus mísseis nucleares. Ocorreram negociações na semana passada no Cazaquistão, reunindo o Conselho de Segurança das Nações Unidas mais a Alemanha. O objetivo seria forçar uma intervenção no desenvolvimento de armas nucleares por parte do Irã, algo inaceitável segundo o governo iraniano que se sentiu ameaçado. Informações veiculadas recentemente dizem que o general Masoud Jazayeri autorizou um ataque da Al-Qaeda contra os EUA e a Europa ainda este ano. O vice-comandante da Guarda Revolucionária Iraniana, general Hossein Salami, advertiu recentemente que os mísseis de seu país poderiam chegar além da região do Oriente Médio. Com a morte do presidente Hugo Chávez e a iminente queda do presidente da Síria, Bashar Assad, o Irã está enfraquecido no cenário internacional após perder esses dois importantes aliados. Além disso, oficiais muçulmanos xiitas têm falado sobre a vinda iminente do Mahdi, o 12 º Imã, uma espécie de último profeta que descerá à Terra no momento do Armagedom. Recentemente, Ali Saidi, representante de Khamenei junto à Guarda Revolucionária, disse a seus soldados que uma das formas de acelerar a chegada do Mahdi é uma “grande turbulência” no Oriente Médio. Ao mesmo tempo, o aiatolá Khazali, membro da Assembleia de Especialistas, órgão que escolhe o líder supremo do Irã, deu uma entrevista à revista “Guardião do Islã” que a vinda do Mahdi está mais próxima que nunca e todos os inimigos do Islã serão destruídos, espacialmente Israel e os Estados Unidos. Mês passado, o general Mohammad Reza Naqdi, em um discurso na Universidade Sharif, em Teerã, rejeitou negociações bilaterais com os americanos e foi enfático: “Os EUA estão hoje no auge de sua inimizade com o Irã”. O presidente Obama deve visitar Israel nas próximas semanas para tentar negociar com os palestinos e israelenses uma divisão de território. Esta semana, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, alertou que o programa nuclear do Irã já cruzou a “linha vermelha”, e que Israel precisa tomar medidas urgentes para contê-los. Fonte: WND.

Obama vai a Israel com baixa expectativa

O presidente americano, Barack Obama, inicia hoje uma viagem de quatro dias ao Oriente Médio com a missão de reparar as relações com Israel e conversar sobre questões que afetam a região, como a Primavera Árabe. Obama chega amanhã a Jerusalém acompanhado do secretário de Estado, John Kerry, em sua primeira visita a Israel como presidente, já em seu segundo mandato. A viagem despertou a expectativa de que possa impulsionar o diálogo de paz entre palestinos e israelenses, paralisado desde 2010, mas analistas manifestam seu ceticismo. A realidade política na região não cria condições de que israelenses e palestinos retomem negociações diretas. Reconhecendo as profundas diferenças entre os dois lados, a Casa Branca antecipou que Obama não discutirá iniciativas de paz, mas em um futuro próximo enviará Kerry à região para ver se progressos podem ser obtidos. Líderes e acadêmicos palestinos manifestaram ontem sua decepção com Obama pelo fato de ele ainda não ter condenado as construções nos assentamentos judaicos. O presidente americano descartou durante uma entrevista a possibilidade de exigir de Israel o fim das construções nos assentamentos em território palestino. Segundo Obama, os israelenses deveriam perguntar a si mesmos "se os assentamentos tornam mais difícil ou mais fácil para os moderados palestinos retornar à mesa de negociações". Desde 2009 os palestinos condicionam a retomada das negociações ao fim de todas as atividades de construção em assentamentos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, que Israel capturou durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967. Na cidade de Belém, Cisjordânia, manifestantes jogaram ontem sapatos contra um banner com a foto de Obama e pintaram suásticas na imagem antes de queimá-la. Muitos palestinos acusam os EUA de pender em favor de Israel. O professor de ciências políticas na Universidade Birzeit, Ahmed Rafqi Awad, acredita que a negligência dos EUA na hora de conter a colonização israelense é uma clara mensagem aos palestinos de que devem aceitar o confisco de suas terras. Durante sua visita à cidade de Ramallah, onde se reunirá com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, Obama poderá ver de perto o avanço dos assentamentos. Da sede do governo palestino é possível ver o assentamento de Beit El, que semanas atrás recebeu autorização do governo de Israel para construir 90 novas casas. "Os assentamentos ocupam 65% da Cisjordânia e converteram suas cidades e povoados em pequenos cantões isolados, sem nenhuma continuidade territorial", disse o especialista palestino Abdul Hadi Hantash. 'Mão de paz'. O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, afirmou ontem que seu novo governo estende a "mão de paz" aos palestinos e declarou que está disposto a concluir um "compromisso histórico" se eles voltarem à mesa de negociações. Netanyahu fez a declaração antes de uma cerimônia de posse de seu novo governo de coalizão, formado após semanas de negociações após as eleições parlamentares de 23 de janeiro. O novo gabinete, integrado por políticos de linha dura e moderados, parece ter como foco mais as questões internas do que a busca da paz. Espera-se que Netanyahu aproveite para pressionar Washington sobre seu compromisso de apoiar Israel ante um eventual ataque do Irã. Antes de partir para a Jordânia, Obama depositará flores no cemitério nacional israelense, no Monte Herzl, e no Museu do Holocausto (Yad Vashem). Também visitará a Igreja da Natividade em Belém, templo sagrado para o cristianismo que fica em território palestino. Na Jordânia, Obama se reunirá com o rei Abdallah e conversará sobre reformas políticas e econômicas - necessárias em um país que enfrentou manifestações de descontentamento social na Primavera Árabe - além do conflito na Síria e a importância da Jordânia como mediador. A Jordânia acolhe cerca de meio milhão de refugiados sírios. Nomeação. O presidente Obama nomeou ontem Thomas Pérez, chefe da Divisão de Direitos Civis do Departamento de Justiça, como novo secretário do Trabalho. Pérez, de 51 anos e filho de dominicanos, é o único latino nomeado no segundo governo de Obama e terá um papel-chave na reforma das leis de imigração. Obama ainda deve escolher os responsáveis pelos departamentos de Comércio e Transporte, a Administração da Pequena Empresa e o representante comercial. Fonte: O estado de São Paulo
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