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Salmo 127

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Salmos

"ORAI PELA PAZ DE JERUSALÉM! SEJAM PRÓSPEROS OS QUE TE AMAM. REINE PAZ DENTRO DE TEUS MUROS E PROSPERIDADE NOS TEUS PALÁCIOS. POR AMOR DOS MEUS IRMÃOS E AMIGOS, EU PEÇO: HAJA PAZ EM TI! POR AMOR DA CASA DO SENHOR, NOSSO DEUS, BUSCAREI O TEU BEM" SALMOS 122.6-9
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quarta-feira, 18 de março de 2015

Jordânia e Israel fecham acordo para levar água do Mar Vermelho para o Mar Morto

 
 Mar morto (Foto Google) 

A Jordânia e Israel firmaram hoje (26), na capital jordaniana, Amã, acordo para combater a escassez de água na região, por meio da transferência de água do Mar Vermelho para o Mar Morto. Segundo a agência de notícias jordaniana Petra, o acordo abrange a execução da primeira parte de uma carta de intenções assinada em dezembro de 2013, em Washington, entre representantes de Israel,da Jordânia e da Autoridade Palestina para tentar salvar o Mar Morto. O acordo prevê a construção de um sistema de bombeamento anual de 300 milhões de metros cúbicos (m³) de água do Mar Vermelho para o Mar Morto. Parte da água deverá ser canalizadas através de quatro condutores para o Mar Morto, um mar fechado, com elevada concentração de sal e que corre o risco de secar até 2050. Outra parte da água será dessalinizada e distribuida em Israel e na Jordânia. O acordo prevê também fornecer aos palestinos 30 milhões de m³ de água dessalinizada por ano. “A Jordânia vai preparar nas próximas semanas os documentos para lançar um concurso para iniciar os trabalhos”, disse o ministro da Água jordaniano, Hazem Nasser. Para o ministro da Cooperação Regional israelense, Silvan Shalom, "a cooperação construtiva entre Israel e a Jordânia contribuirá para reabilitação do Mar Morto e para criar uma solução para a falta d'água na Jordânia e no sul de Israel”. O acordo foi assinado na presença de representantes dos Estados Unidos e do Banco Mundial. 

Fonte: Agencia Brasil Foto: GOOGLE

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Aspectos positivos da Paciência


Em um mundo em que a grande maioria se prostra diante do altar da gratificação instantânea, a paciência parece ser uma virtude à beira de extinção. Temos restaurantes "fast-food", porque não queremos esperar que nossa comida seja cozida. Nas nossas casas, fornos de microondas nos apresentam refeições prontas em minutos, até mesmo segundos. Quando não podemos encontrar nossos contatos de negócios em seus escritórios, digitamos o número de seus telefones celulares, porque não queremos esperar até que respondam nossos recados. Ficarmos retidos no tráfego lento e pesado deixa nossos nervos em frangalhos e despertam nosso temperamento, porque temos pressa, estamos impacientes para chegar – seja qual for nosso destino. Nos dias atuais, raramente alguém permanece na mesma empresa por mais de dois ou três anos.
Diferentemente das pessoas nas décadas passadas, que trabalhavam longa e fielmente em busca de uma eventual promoção, a maioria salta de um emprego para outro, para poder avançar na carreira, de acordo com suas próprias condições e no seu próprio ritmo. Sim, paciência se tornou uma arte do passado, mas que talvez valha a pena resgatar. Assim como Roma não foi construída num só dia, vidas e carreiras realizadoras e de sucesso não podem ser forjadas por meio de ações acidentais, apressadas ou mesmo impulsivas. Por difícil que possa ser numa era em que o limite da atenção raramente ultrapassa uns poucos minutos (freqüentemente desaparecendo em poucos segundos), há algo para ser dito sobre a admoestação da Bíblia que diz: “Descanse no Senhor e aguarde por Ele com paciência” (Salmos 37.7). Você pode querer debater: “Ser paciente? Descansar? Você está brincando! Eu tenho que ir a diversos lugares, tenho coisas a fazer. Tanto por fazer – e tão pouco tempo. Estou impaciente demais para praticar a paciência!” Se é isso que você está pensando, é compreensível. Mas, por favor, por apenas uns momentos, considere alguns dos princípios que o livro de Provérbios tem a oferecer sobre este tema.
Paciência nos ajuda a atingirmos nossos objetivos.
Às vezes, a atitude do tipo “Eu preciso ter isso – e preciso tê-lo imediatamente”, produz o efeito contrário, arruinando oportunidades de se atingir a meta desejada. Mas sendo paciente, adotando uma visão de longo prazo, podemos reunir poderes de persuasão para ver importantes decisões mudarem, e até mesmo construírem os suportes para os resultados desejados. “Com muita paciência pode-se convencer a autoridade, e a língua branda quebra até ossos” (Provérbios 25.15).

Paciência subjuga a ira improdutiva.

Quando as coisas não vão do modo como gostaríamos é fácil nos irarmos e reagirmos motivados pela frustração. Contudo, permanecendo calmos e sob controle, podemos evitar causar danos desnecessários em relacionamentos, ou em nossas causas preferidas. Se formos pacientes, poderemos ver as circunstâncias mudarem drasticamente e obtermos resultados muito melhores do que aqueles que esperávamos. “Melhor é o homem paciente do que o guerreiro, mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade” (Provérbios 16.32).

Paciência extingue o fogo da disputa.

Quando alguém chega até nós com raiva, isto geralmente dispara dentro de nós o gatilho instintivo de “lutar ou fugir”. Tentar vencer a raiva com mais raiva é o mesmo que tentar apagar fogo com fogo. É muito melhor – e geralmente mais eficaz – responder a uma confrontação irada com paciência, cuidadosamente ouvindo o problema que está sendo expresso e buscando uma resolução de maneira calma e racional. Do contrário, um pequeno aborrecimento pode rapidamente se transformar numa guerra total. “O homem irritável provoca a dissensão, mas quem é paciente acalma a discussão” (Provérbios 15.18) Mas cuidado! Não ore pedindo paciência, porque o melhor e mais eficiente meio de se adquirir paciência é descobrir-se sendo forçado a lidar com situações em que não se tem outra alternativa, se não ser paciente!

150 cristãos sírios raptados e mortos na Síria

Nesta terça-feira, o EI foi acusado de ter raptado mais de 150 cristãos das aldeias sírias. Em declarações à Reuters, Bassam Ishak, responsável por uma organização cristã que reúne os interesses de várias ONGs, disse que foi detectada a falta de pelo menos 150 pessoas, "incluindo mulheres e velhos". 

O Times também anunciou que 90 cristãos sírios tinham sido raptados na aldeia de Tal Tamr, segundo divulgação do Observatório Sírio/britânico para os Direitos Humanos.





FOTOS de cristaos sendo crucificados e executados na Síria
As mesmas fontes sustentam que os raptos foram realizados quando os guerrilheiros islâmicos faziam patrulhas nas aldeias habitadas pela minoria cristã de Hasaka, uma cidade dominada pela minoria curda. 

A Síria está a retaliar contra o ISIS, principalmente através da minoria curda com apoios dos americanos e iraquianos, e realizou recentemente - no domingo passado - dois ataques contra o Estado Islâmicos, no nordeste da Síria, que faz fronteira com o Iraque (controlado pelo EI) e onde se cometeram os crimes contra a minoria Yazidi em 2014. 
Na internet surgiram fotografias de Tel Tamr, local onde os guerrilheiros islâmicos exibem armas e demonstram atividade militar, e de onde desapareceram, pelo menos, centenas de cristãos.

  A conspiração do silêncio que tem envolvido a mídia, tanto Jornais quanto  televisão acerca da perseguição de cristãos foi quebrada recentemente com a morte de 21 cristãos assassinados na Líbia. Até então mesmo os avisos e a condenação do Vaticano não tinham sido suficientes para quebrar aquilo a que Steve Quayle, escritor e comentarista, referiu ser uma "conspiração de silêncio pelos milhares de cristãos mortos, perseguidos, deslocados e refugiados em todo o mundo". No Brasil a televisão não divulga estes fatos, a rede Globo em nenhum de seus noticiários, fez mencao da morte de milhares de cristãos na Síria.

A guerra no norte da Síria, em que forças curdas e grupos pró-Assad combatem o EI, já conseguiu fazer recuar os guerrilheiros islâmicos para o seu quartel general em Raqqa. Mas estes movimentos bélicos curdos estão também a fazer deslocar a população. Um residente de Hasaka referiu que são aos milhares os cristãos e árabes beduínos que chegaram recentemente das aldeias vizinhas à procura de segurança.

FONTE http://pt.blastingnews.com/ 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Nuvem dançante de pássaros em Israel "Lindo" (video)

Imagens mostram o momento em que uma revoada de pássaros sobrevoa de forma espetacular os céus de Israel. O fenônomeno cria uma espécie de nuvem preta dançante que muda de forma e direção a todo momento. Os estorninhos, famosos pela habilidade de imitar os sons de outros pássaros, haviam parado de sobrevoar Israel por 20 anos. Em 2012, eles voltaram a aparecer nos céus do país.

Fonte. BBC Brasil

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

'Inseguros', cada vez mais judeus franceses emigram para Israel

Imigração de judeus da França para Israel atingiu recorde em 2014 

O final sombrio e violento da crise dos reféns em Paris na semana passada foi acompanhado em vários cantos do mundo. A comunidade israelense de judeus de língua francesa seguiu o drama com particular tristeza - mas sem surpresa. 

Este clima ficou evidente quando o canal Channel 10 de Israel entrevistou um dos sobreviventes do cerco ao supermercado kosher que tinha se escondido numa câmara fria no porão enquanto o atirador matava suas vítimas na loja. Yohan Dumas descreveu como o assustado pequeno grupo tinha lutado para manter-se aquecido - mas interrompeu a entrevista para anunciar que havia decidido se mudar para Israel na semana seguinte. Para explicar sua decisão, disse: "Não estamos aqui esperando para morrer." 

Tendência significativa 

Não são muitos os judeus franceses que tomaram a decisão de emigrar em tais circunstâncias dolorosas - mas o número dos que decidiram mudar de país tem aumentado nos últimos anos. É uma tendência que toca num dos argumentos fundamentais por trás da criação de Israel - a ideia de que uma história de perseguição e falta de nacionalidade deu ao povo judeu o direito a um lugar seguro.

Homenagens às vítimas foram feitas em frente à embaixada israelense em Tel Aviv 

Foi uma ideia cujo apoio renovou-se após o Holocausto - a votação da ONU que levou à criação do Estado judeu foi realizada apenas dois anos e meio após o fim da Segunda Guerra Mundial. Em hebraico, o fenômeno é conhecido como "aliyah" e descreve o processo em que judeus nascidos em qualquer lugar do mundo exercem o direito à cidadania israelense - é um valor fundamental do sionismo e um direito garantido por lei em Israel. Cerca de 7 mil judeus chegaram a Israel da França em 2014. Isso é quase o dobro daqueles que migraram no ano anterior e significa que, pela primeira vez na história, mais judeus chegaram a Israel da França do que de qualquer outro país. Pode ser apenas uma pequena proporção entre os mais de 500 mil judeus que vivem na França, mas é uma tendência significativa. 

'Sentimentos ruins' 

Claramente, há diversos fatores por trás de cada uma dessas decisões individuais. Mas, em Israel, o aumento do número de imigrantes franceses será visto por muitos como uma medição aproximada do nível de antissemitismo na sociedade francesa. O empresário aposentado Albert Levy nasceu no Marrocos há pouco mais de 60 anos em uma família judaica de língua francesa. No momento de entrar no ensino superior, foi um movimento natural se mudar para Paris e ele fez isso sem temer por sua segurança.


Judeu ultraortodoxo reza em cemitério de Jerusalém, onde funeral de quatro das vítimas de ataque em Paris foi realizado 

Há alguns anos, ele, sua esposa Yveline e três filhos vieram para Israel. A época dos judeus na Europa acabou, diz ele. "Olha, nós [a geração dele] fizemos o que fizemos mas temos este forte sentimento de que, para os nossos filhos, a situação vai ficar pior e pior e pior. Todo mundo tem um instinto sobre isso". "Ou você se sente confortável ou você se sente mal, você acorda pensando 'O que vai acontecer hoje?' Hoje posso dizer que todo judeu na França tem esses sentimentos ruins". É justo salientar que Levy culpa a mídia, pelo menos em parte, pela atmosfera atual e argumenta que a imprensa tende a demonizar Israel, na esteira de fatos que vão desde a primeira guerra do Golfo à primeira e segunda Intifadas (os levantes nos territórios palestinos contra a ocupação israelense). Isso, talvez, seja um debate para outro momento, e é importante ressaltar que a França, naturalmente, insiste que sua população judaica pode permanecer ali com segurança. 

Ambiente em mudança 

 Israel está no meio de uma campanha eleitoral e vários líderes partidários - incluindo o primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu - foram à França após os ataques. A mensagem de Netanyahu para judeus franceses foi simples - Israel está pronto para recebê-los de braços abertos, caso decidam se mudar. O órgão encarregado de supervisionar a migração e absorção dos judeus que exercem o direito de viver em Israel é a Agência Judaica, cujo porta-voz é Yigal Palmor. Para transmitir o sentimento de surpresa - talvez choque - no ambiente em mudança na Europa, ele cita seu chefe, o presidente da agência, Nathan Sharansky, que já foi um dissidente na União Soviética, onde chegou a ser preso por querer se mudar para Israel. "Ele [Sharansky] diz que nunca teria acreditado que chegaria um momento em que judeus se sentiriam seguros em andar pelas ruas com a cabeça coberta com um quipá em Moscou e não em Paris". "Todos nós compartilhamos essa surpresa. Como é possível que judeus não se sintam mais seguros em Paris, Londres ou Roma, na maneira que eles estavam acostumados ou como deveriam estar após a Segunda Guerra Mundial? Isso é um mistério que continua a nos deixar perplexos". O número de judeus pedindo informações sobre a mudança da França para Israel atingiu 50 mil no ano passado. Enquanto funerais ocorrem em Jerusalém para quatro das vítimas do tiroteio em Paris, é difícil ver qualquer coisa no horizonte que inverta esta tendência.

Fonte: BBC Brasil com Fotos Agencia Reuters


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