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Salmo 127

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Salmos

"ORAI PELA PAZ DE JERUSALÉM! SEJAM PRÓSPEROS OS QUE TE AMAM. REINE PAZ DENTRO DE TEUS MUROS E PROSPERIDADE NOS TEUS PALÁCIOS. POR AMOR DOS MEUS IRMÃOS E AMIGOS, EU PEÇO: HAJA PAZ EM TI! POR AMOR DA CASA DO SENHOR, NOSSO DEUS, BUSCAREI O TEU BEM" SALMOS 122.6-9
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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Viva sem esse vazio

Todos nós pensamos em algum ponto de nossas vidas que somos inúteis, vazios e sem significado. Desde os pensadores mais destacados até o homem comum mais simples que existe, todos nós questionamos se o que fazemos de nossas vidas tem algum sentido e se nós temos algum sentido para a vida.
Viver, de uma forma bem simplificada, poderíamos dizer que é uma longa jornada por buscar um significado, buscar uma razão pela qual viver e o viver por essa razão. O encontrar dessa razão pode ser o que nos move à frente ou então o que nos faz perdurar séculos pela história secular e o não encontrar essa razão pode ser o que nos desmotiva mortalmente.
Mas porque nos sentimos assim, vazios? Porque nos sentimos desamparados? Porque pensamos não ter sentido ou propósito de vida? Provavelmente, cada uma das pessoas a quem você perguntar isso, deverá te mostrar um caminho diferente para se “encher” com algo.
Hoje não quero encontrar uma resposta correta para essa pergunta, que de tão simples, pode ocupar um homem por toda a sua vida, mas o que quero fazer é meditar com você sobre o que nos faz sentirmos vazios. E o que me levou a questionar isso foi um versículo que li hoje em minha meditação diária.
O versículo se encontra na história do último Rei de Israel, Oséias.
Logo após o Rei Oséias, filho de Elá, ser aprisionado pelo rei Salmaneser, Samaria foi invadida pelos assírios, que deportaram os israelitas para a Assíria, os colocando nas cidades dos medos. Isso ocorreu pelo grande pecado de Israel, que havia desprezado o Senhor como Deus, não crendo nele e não se arrependendo de seus pecados de cultuar a outros deuses.
Mas dentre toda essa história de calamidade, que culminou no fim do Reino de Israel (lembrando que o Reino de Judá permaneceu) o que me chamou mais atenção foi um versículo, que me fez meditar profundamente na palavra.
“seguiram ídolos vãos e tornaram-se como eles” 2Re.17.15
Hoje eu quero dizer que você é definido por aquilo que você cultua.
Aquele povo de Israel vivia cultuando a coisas vãs, a ídolos e deuses vãos. A palavra vã significa vazio e Deus, por intermédio do escritor do livro de Segunda Reis, diz que aquele povo se tornou vão, vazio e, em outras traduções, inútil, porque cultuaram algo inútil e vazio.
Eu queria que você pensasse comigo hoje. Se você cultua algo sem significado e que não existe e coloca toda a sua esperança de vida nesse algo que não existe, então você se torna alguém vão, pois todos os seus objetivos, esperanças e toda a sua fé estão depositadas em algo que não lhe dará nada em troca, algo sem futuro e sem passado, algo que não tem significado algum, porque nunca existiu, nunca teve vida.
Se eu acreditar que dez menos um é igual a cinco, todos dirão que tenho uma fé matemática inútil, porque que me adiantará, na hora de contar um troco na padaria não saber fazer essa subtração? Aquilo será sem sentido para mim e me fará mal, me prejudicará, pois perderei quatro reais desse troco!
Da mesma forma, se eu crer em deuses que não existem, de que adiantará toda a minha fé neles? Eles não existem! E mesmo se eu acreditar em algo que não existe, ele não existirá somente por que eu acredito. Não adiantará orar, pois eles não me ouvirão, não adiantará crer, pois eles não são nada, não adiantará ter esperança neles, pois eles continuarão imóveis, não adiantará viver por eles, porque eles não existem!
Você pode pensar que o que eu digo é para uma ou outra religião, que o que eu digo você poderia encaminhar para alguém porque “essa mensagem cai certinho para ele”. Mas na verdade o que eu digo é para você mesmo.
Você deve pensar agora: “mas eu não cultuo outro deus!”
Será que não? A Bíblia diz que o amor ao dinheiro, a avareza, é idolatria. E dessa forma sabemos que tudo aquilo que você coloca no lugar de Deus em seu coração é idolatria. Agora eu pergunto novamente, o que você tem cultuado? O que você tem venerado? O que você tem homenageado em sua vida?
Será que você tem cultuado seu corpo e tem dado mais importância a isso do que Deus? Será que você tem procurado mais enriquecer que ter comunhão com Deus? Será que você tem vivido em função de seu trabalho ou escola e não em função da vontade de Deus? Será que você tem posto qualquer outra coisa, pessoa, acontecimento, acima de Deus em seu coração?
Eu não julgo o que você tem feito, até porque não sei o que você tem feito e não tenho como dizer que você tem cultuado outra coisa em sua vida. Por isso peço que hoje você reflita se algo em sua vida tem tido mais importância que o Senhor e se esse algo existe, não digo para você parar de fazê-lo – a menos que seja algo errado, mas sim colocá-lo em sua devida prioridade, que é abaixo de Deus.
Deixe Deus crescer em sua vida. Seja o seu culto a Ele sua razão de viver, quer trabalhando, quer estudando, que onde você estiver e o que você estiver fazendo, que sirva como adoração à Deus. Que quando você trabalhar, seu trabalho seja dedicado ao Senhor, que quando você estudar, seu estudo seja para o Senhor. Que tudo o que você fizer – seja isso considerado pelo mundo/igreja secular ou sacro - que tudo seja para o Senhor. Isso é colocar Deus como primeiro em sua vida, isso é adorar a Deus, isso é cultuar a Deus.
Esse vazio que hoje você sente ou que você já sentiu, talvez não seja nada, mas talvez seja o fato de você estar colocando o mundo em primeiro lugar e Deus em segundo. Continue no mundo enquanto o Senhor permitir, mas no mundo, mesmo nesse ambiente hostil ao Evangelho, tenha Deus em primeiro lugar, oferecendo a Ele tudo quanto você fizer e o vazio acabará.
Viva sem esse vazio em seu coração, viva com um propósito, viva para Deus com Cristo Jesus!
Que Deus o abençoe!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

O náufrago e Deus

Um certo homem saiu em uma viagem de
avião. Era um homem temente a Deus,
e sabia que Deus o protegeria.

Durante a viagem, quando sobrevoavam
o mar um dos motores falhou e o piloto teve
que fazer um pouso forçado no oceano.


Quase todos morreram, mas o homem
conseguiu agarrar-se a alguma coisa que
o conservasse em cima da água.

Ficou boiando à deriva durante muito
tempo até que chegou a uma ilha
não habitada.

Ao chegar à praia, cansado, porém vivo,
agradeceu a Deus por este livramento
maravilhoso da morte.

Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas.
Conseguiu derrubar algumas árvores e
com muito esforço conseguiu construir
uma casinha para ele.

Não era bem uma casa, mas um abrigo
tosco, com paus e folhas. Porém
significava proteção.

Ele ficou todo satisfeito e mais uma
vez agradeceu a Deus, porque agora podia
dormir sem medo dos animais selvagens
que talvez pudessem existir na ilha.

Um dia, ele estava pescando e quando
terminou, havia apanhado muitos peixes.
Assim com comida abundante, estava
satisfeito com o resultado da pesca.

Porém, ao voltar-se na direção de sua
casa, qual tamanha não foi sua decepção,
ao ver sua casa toda incendiada.

Ele se sentou em uma pedra chorando
e dizendo em prantos:

"Deus! Como é que o Senhor podia
deixar isto acontecer comigo?

O Senhor sabe que eu preciso muito desta
casa para poder me abrigar, e o Senhor
deixou minha casa se queimar todinha.

Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?"

Neste mesmo momento uma mão
pousou no seu ombro e ele ouviu
uma voz dizendo:

"Vamos rapaz?"

Ele se virou para ver quem estava
falando com ele, e qual não foi sua surpresa
quando viu em sua frente um marinheiro
todo fardado e dizendo:

"Vamos rapaz, nós viemos te buscar"

"Mas como é possível?
Como vocês souberam que eu estava aqui?"

"Ora, amigo! Vimos os seus sinais
de fumaça pedindo socorro.

O capitão ordenou que o navio parasse
e me mandou vir lhe buscar naquele
barco ali adiante."

MORAL DA HISTÓRIA

É comum nos sentirmos desencorajados
e até mesmo desesperados quando as
coisas vão mal.

Mas Deus age em nosso benefício,
mesmo nos momentos de dor e sofrimento.

Lembrem-se:
Se algum dia o seu único abrigo estiver
em chamas, esse pode ser o sinal
de fumaça que fará chegar até você
a Graça Divina.

Para cada pensamento negativo nosso,
Deus tem uma resposta positiva.

Bom Dia a todos!!

José Carlos Batista

terça-feira, 12 de maio de 2009

VIDEO: A Força Aérea de Israel na Guerra do Líbano de 1982

Caças F-15 e F-16 da IAF derrubaram 96 caças MiG-21 e MiG-23 da Força Aérea Síria, sem nenhuma perda sequer.
Fica ai a pergunta.
Quais foram as razões para tamanha diferença?
Como Os inimigos de Israel foram vencidos tão facilmente?
Por que os equipamentos militares dos adversários de Israel parece que não funcionaram?
Foi o Acaso?
Foi a mão de Deus?

Israel celebra 61.º aniversário da criação estado de Hebreu

Israel celebra hoje o seu 61.º aniversário. O nascimento do Estado de Israel em 1948, apenas três anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, constituiu uma ocasião extraordinária, semelhante a um milagre. Uma pequena comunidade de 600 000 pessoas, rodeada de inimigos, enfrentou com suprema bravura os que tentaram destruí-la e ganharam a sua independência pagando o pesado preço da morte de 1% dos seus filhos. Muitos deles, rescaldo do Holocausto, haviam encontrado refúgio na terra dos seus antepassados.
Israel inicia na noite desta quinta-feira as comemorações oficiais do 61º aniversário da criação do Estado, com o país em alerta máximo contra potenciais ataques terroristas
É com muito orgulho que recordamos que um brasileiro teve preponderante papel na criação do Estado de Israel. Em 29 de novembro de 1947, o diplomata brasileiro Oswaldo Aranha é quem presidia a sessão da ONU que votou pela fundação de dois estados soberanos, decisão esta imediatamente, acatada por Israel. No ano passado, a Confederação Israelita do Brasil junto com a Embaixada de Israel, participou das comemorações desta data magna, viabilizando a viagem de membros da família desse chanceler a Israel, onde eles puderam compartilhar com os descendentes dos então delegados de aclamada sessão, das homenagens prestadas pelo governo israelense. Neste ano, quando o Estado de Israel completa seus primeiros 60 anos, nós, da CONIB achamos por bem homenageá-lo, evidenciando nosso total apoio a essa democracia, e divulgando sua terra, sua gente, sua cultura, sua formação e seu pleno desenvolvimento. Isso se dará, inicialmente, através do apoio já dado a um programa televisivo especialmente dedicado ao país. No decorrer do ano, uma série de atividades relacionadas a data estarão também sendo desenvolvidas, e culminará com a realização de uma reunião de dirigentes e ativistas da CONIB e da comunidade judaica brasileira, em setembro próximo, em Israel, quando também serão comemorados os 60 anos de aliá do Habonim Dror, e a formação do Kibutz Bror Chail, de essência genuinamente brasileira. Com isso, mostramos, em parte, nosso amor e crença nesse Estado forte, acolhedor, soberano e democrático, almejando que ele continue sempre em pleno vigor, para que, daqui a outros 60 anos, possamos estar planejando novas maneiras de juntos brindarmos esse aniversário. Lê Haim e Mazal Tov!
Em 14 de maio de 1948, horas antes do fim do mandato da ONU sobre a então Palestina britânica, o Estado declarou sua independência. Porém, o Dia da Independência é festejado nesta quinta-feira devido ao calendário judaico.
O Estado de Israel não nos foi oferecido numa bandeja de prata. O retorno à terra, depois de dois mil anos de exílio e perseguição, foi manchado de sangue enquanto os nossos vizinhos, que não aceitavam a nossa existência, obrigaram-nos a guerras consecutivas. Porém, não tomámos a nossa existência como garantida. O nosso maior desafio, desde o início, foi a transformação da Mátria dos judeus de todos os cantos do mundo. Nesta tarefa fomos mais bem-sucedidos do que nenhum outro país. Fazendo perigar a sua própria vida, os judeus emigraram de países dispersos, em vagas de emigração de mais de uma centena de diásporas: refugiados descamisados vindos de Estados Árabes, logo nos primeiros anos da nossa existência; judeus perseguidos da Europa de Leste, nos anos 50; nos anos 70 e 90 da antiga URSS; nos anos 80, da Etiópia, numa extraordinária operação.
Conseguimos criar, com todas as diferenças de culturas, línguas e estilos de vida, um mosaico de gente orgulhosa e plena de amor incondicional ao seu país e nação. Juntos, conseguimos desenvolver um país cujo tamanho é um quinto de Portugal, metade do qual é um deserto, uma agricultura avançada graças aos kibbutzim que personificaram os mais elevados valores morais; medicina e ciência de ponta, cultura florescente, literatura, poesia, música; tudo isto num país que hoje tem sete milhões de pessoas, 20% das quais são cidadãos árabes.
Desde o primeiro dia que o Estado de Israel inscreveu na sua bandeira um verdadeiro anseio de paz com os seus vizinhos, o qual nos possibilite viver uma vida serena como os demais povos. O nosso sucesso, até agora, tem sido parcial. Há já trinta anos que temos paz com o Egipto, o maior e mais forte país do mundo árabe, o que corresponde a metade da vida de Israel. Há dezasseis anos atrás, assinámos um acordo com a OLP, o mais amargo dos nossos inimigos. Infelizmente, só uma parte dos palestinianos aceitam a nossa existência na região. Já há quinze anos que temos um acordo de paz com a Jordânia, útil para ambas as nações. Também com alguns países do Magreb, no golfo Pérsico, criámos diferentes níveis de normalização que acreditamos irão levar-nos a futuros acordos.
Falta-nos ainda percorrer um longo caminho de paz e tranquilidade, pois há factores que tentam destruir-nos. No século XX, o mundo democrático ocidental conseguiu derrotar as duas principais ameaças: Nazismo e comunismo totalitário. O mundo livre, de que Israel faz parte, enfrenta hoje outra ameaça existencial: o Islão radical que lidera o terrorismo internacional. Nós somos directamente ameaçados pelo Irão que apela à nossa destruição e tenta adquirir capacidade nuclear; e também pelas organizações terroristas do Hezbollah e Hamas.
Nem todos encaram o perigo como nós. A maioria na Europa prefere, tal como fez em 1938, enfiar a cabeça na areia. Chegou a hora da Europa abrir os olhos. A política de apaziguamento, levada a cabo por vários países europeus, como testemunhámos a semana passada em Durban II, não trará à Europa paz e tranquilidade. A política de alguns países, motivada pela ganância e não por valores morais, gera graves problemas e cria obstáculos na luta contra o terrorismo.
O Estado de Israel, ao celebrar o 61.º aniversário, prosseguirá a saga pela Paz com os seus vizinhos, mas não o fará numa posição de fraqueza. Pedimos aos nossos amigos europeus que nos ajudem a fortalecer o Processo de Paz no Médio Oriente, actuando com firmeza contra os elementos extremistas. Só desta forma, e não exercendo pressão sobre Israel, fortaleceremos os países árabes moderados, possibilitando-lhes estreitar os laços com Israel para benefício de todos.

domingo, 10 de maio de 2009

Hoje dia 10 de maio Dia do guia de Turismo

Hoje além do dia das mães, também é dia do guia de turismo.




Minha homenagem a estes profissionais que não medem esforços para proporcionar aos turistas uma boa viagem e vistas paradisíacas.


Hoje além do dia das mães, também é dia do guia de turismo.

O guia turístico é um profissional que presta auxílio aos turistas na aquisição de vistos, passaportes, atestados de saúde e outros documentos, encaminhando-os aos serviços ou repartições competentes, possibilitando o preenchimento das exigências legais em tempo hábil.
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