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Salmo 127

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Salmos

"ORAI PELA PAZ DE JERUSALÉM! SEJAM PRÓSPEROS OS QUE TE AMAM. REINE PAZ DENTRO DE TEUS MUROS E PROSPERIDADE NOS TEUS PALÁCIOS. POR AMOR DOS MEUS IRMÃOS E AMIGOS, EU PEÇO: HAJA PAZ EM TI! POR AMOR DA CASA DO SENHOR, NOSSO DEUS, BUSCAREI O TEU BEM" SALMOS 122.6-9
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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Ramadã - Enquanto os muçulmanos oram a Alá, oremos por eles!

De 28 de junho a 27 de julho inicia o Ramadã.

Perido de oração para os mulçumanos!!
Ore pelo mundo muçulmano durante ramadã, cristãos em diversos países estarão em oração pelos muçulmanos. É um momento propício para que o amor de Deus se revele e muitos encontrem a verdade. "De todos os meses do ano, o Ramadã é o momento em que nós, cristãos, devemos nos dedicar mais à oração por nossos amigos e vizinhos muçulmanos. Este é o melhor momento para mostrar-lhes o verdadeiro amor de Cristo!", cristão egípcio. Participe! Ore pelo mundo muçulmano.

 

 Durante o ramadã, ore pelos cristãos presos

 

 "Lembrem-se dos que estão na prisão, como se aprisionados com eles; dos que estão sendo maltratados, como se fossem vocês mesmos que o estivessem sofrendo no corpo." Hebreus 13.3 

Amontoadas em um contêiner, que era sua cela de prisão, o calor sufocante, piolhos e pulgas eram pura tortura para as mulheres. A cantora cristã Helen Berhane passou quase três anos neste contêiner. Nas suas próprias palavras, ela fala do momento em que soube o verdadeiro significado da alegria:
"Todos estavam muito desencorajados e muitas mulheres estavam famintas. Elas me perguntaram o que deveríamos fazer e eu sabia que elas estavam esperando que eu dissesse que deveríamos gritar ou bater no contêiner para mostrar aos nossos captores que não iríamos mais tolerar este tipo de tratamento. Mas eu lembrei [que tinha lido] que cristãos, assim como rouxinóis, não poderiam ser impedidos de cantar, mesmo em cativeiro. Então sugeri que cantássemos. ‘Nós devemos louvar a Deus’, eu disse, ‘apesar das pulgas, apesar dos piolhos, apesar do calor. Nós devemos agradecer a Deus apesar das nossas circunstâncias’. Então eu comecei a cantar com elas e orar e compartilhar a palavra de Deus que havia guardado em minha memória."

Hoje, segundo dia do ramadã, enquanto o sol se põe, reúna sua família e cante canções de louvor. Compartilhe como Deus enche o seu povo de alegria e lembre-se daqueles que não podem se reunir nem louvar abertamente.

Pedidos de oração

  • Ore por aqueles que estão na prisão, para que Deus os encha com alegria e eles sejam fontes de felicidade e refúgio para seus companheiros de cela.
  • Clame também por aqueles que perderam sua alegria em meio à dor, para que eles voltem a depositar a sua esperança em Deus. 
 Fonte : Missão Portas Abertas (https://www.portasabertas.org.br/noticias/2014/06/3200329)

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Confronto entre Israel e Hamas corre risco de generalizar para uma guerra

Pelo menos sete combatentes palestinos morreram em ataques em Gaza. Distúrbios aumentaram com morte de palestino por extremistas judeus.
Soldados israelenses são vistos em veículo armado perto da fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza nesta segunda-feira (7) (Foto: Ariel Schalit/AP)

O confronto entre Israel e Hamas corre o risco de se transformar em um conflito generalizado após a morte de pelo menos sete combatentes palestinos em Gaza, num momento em que aumentam os distúrbios após o assassinato de um adolescente palestino por extremistas judeus. Quatro ativistas do braço militar do Hamas, que governa a Faixa de Gaza, morreram em um ataque israelense contra um túnel em Rafah, ao sul do território, segundo várias testemunhas e os serviços de emergência locais. Outros dois membros das brigadas Ezedin al-Qassam desapareceram. A imprensa israelense atribuiu o incidente a uma explosão de origem indeterminada. A região tem muitos túneis que servem para o contrabando a partir do Egito, assim como galerias subterrâneas usadas por comandos para se infiltrar por trás das linhas israelenses ou lançar foguetes. Um combatente palestino faleceu pelos ferimentos sofridos em outro ataque israelense em um campo de treinamento das brigadas de Al-Qassam em Rafah. O exército israelense indicou em um comunicado que havia atacado "nove posições terroristas e pontos de lançamento de foguetes na Faixa de Gaza". Desde a noite de domingo, ao menos 14 projéteis atingiram o sul de Israel, um dos quais feriu levemente um militar e provocou danos materiais. Um dos foguetes atingiu os bairros periféricos da cidade de Beersheva, a capital do deserto de Neguev, a 50 km da Faixa de Gaza, sem deixar vítimas. O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, se comprometeu a "fazer o necessário para recuperar a paz e a segurança" no sul de Israel. Mas convocou seu governo a se abster de declarações incendiárias para evitar um confronto generalizado. "A experiência nos demonstrou que, num momento como esse, devemos agir de forma responsável e com a cabeça fria para nos abster de declarações duras e impetuosas", declarou Netanyahu aos seus ministros. Esta linha prudente gerou divergências dentro da coalizão conservadora. O ministro das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, um falcão ultranacionalista, anunciou nesta segunda-feira o fim da aliança com o partido Likud do primeiro-ministro, mas sem abandonar o governo. 
 
Extremistas judeus confessam assassinato 

Três dos seis israelenses detidos pelo sequestro e assassinato na semana passada de um adolescente palestino confessaram o crime, indicou nesta segunda-feira uma fonte próxima ao caso. "Três dos seis suspeitos detidos confessaram ter assassinado e queimado Mohamed Abu Khder, e realizaram uma reconstituição do crime" diante dos policiais, declarou à AFP a fonte, que pediu o anonimato. O crime provocou novos episódios de violência durante a noite. "Cerca de 110 pessoas foram detidas durante a noite por perturbar a ordem pública, lançar pedras, destruir mobiliário urbano e atacar as forças de ordem", indicou à AFP Luba Samri, um porta-voz da polícia. A maioria dos incidentes ocorreu no "Triângulo", nome da região da Galileia onde se localizam as cidades de maioria árabe. Em Nahf e Nazaré, manifestantes encapuzados incendiaram pneus e bloquearam várias ruas. As revoltas se converteram em protestos antirracistas, já que a minoria árabe de Israel, cerca de 160.000 palestinos que permaneceram em suas terras após a criação do Estado hebreu, em 1948, denunciam há décadas discriminações no emprego e na educação. Também ocorreram incidentes deste tipo, com 12 detidos, no sul de Israel e nos arredores de Beersheva, onde vive uma importante comunidade beduína, indicou a polícia. Em Hadera (norte de Israel), centenas de pessoas participaram em uma manifestação antirracista na noite de domingo, que se encontrou com um protesto da extrema direita israelense. A polícia dispersou os dois movimentos e deteve 45 pessoas. 

Beira de Uma Guerra 

O conflito entre israelenses e os palestinos na Faixa de Gaza continua e parece estar a caminho de mais uma guerra. As Forças de Defesa de Israel atacaram durante esta noite usando aviões da Força Aérea F15 contra alvos terroristas da organização terrorista Hamas na Faixa de Gaza, logo após disparos os de foguetes por parte dos terroristas. Nos últimos dias o disparo desde Gaza é contínuo e incessante contra o território israelense. As principais metas do contra-ataque de Israel foram as bases de treinamento e os depositos de armamentos em aterros e outros locais de armazenamento de armas. O IDF publicou em seu site uma nota de que está preparado para defender os cidadãos de Israel contra qualquer ameaça, e vai continuar a agir de forma decisiva e com as medidas necessárias até o retorno da paz e da rotina adequada. O Estado de Israel não reconhece a autoridade do Hamas em Gaza, considera-o um grupo terrorista, porém independente de ser o Hamas que dispara ou não, vê o grupo terrorista como responsável por todo e qualquer ataque disparado de Gaza contra a Nação de Israel. Os ataues se iniciaram desde o sequestro dos jovens em que os grupos terroristas aproveitaram a oportunidade para disparar ainda mais contra o Estado de Israel, Israel por sua vez não deixa de revidar a afronta de grupos terroristas. Hoje pela manhã, o Ministro da Economia Yair Lapid esteve visitando as casas dos israelenses que foram atingidas no bombardeio dos palestinos, felizmente não houve da parte de Israel nenhuma baixa. No setor diplomático, autoridades israelenses declararam que o Estado de Israel não tem interesse em um conflito diante de Gaza, mas que se a afronta palestina continuar, as Forças de Defesa de Israel estarão prontos para responder com toda força. Caso o fogo disparado contra Israel continue ou aumente, poderemos ver mais um grande conflito que se sabe como começa mas não se sabe como termina. Pelo que tudo indica, estamos a beira de um conflito. 

Fonte: G1  Mais Cafetorah

terça-feira, 1 de julho de 2014

Jovens Israelenses sequestrados são encontrados Mortos.


Milhares acompanham funeral de jovens israelenses Os corpos de Eyal Yifrah, 19, Gilad Shaar, 16, e Naftali Fraenkel, 16, foram achados na segunda-feira (30) depois de 18 dias de busca.



Israel prometeu nesta terça-feira retaliar o grupo militante palestino Hamas, a quem acusa de ser responsável pelo sequestro e morte de três adolescentes israelenses.
O primeiro-ministro israelense, Benyamin Netanyahu, disse que "o Hamas é responsável e pagará" pelo assassinato dos três jovens cujos corpos foram encontrados na segunda-feira.
Naftali Frenkel, Gilad Shaar e Eyal Yifrach haviam desaparecido mais de duas semanas atrás. O episódio exacerbou as tensões entre israelenses e palestinos.
Durante a madrugada, Israel realizou mais de 30 ataques aéreos contra a Faixa de Gaza, em resposta ao disparo de 18 foguetes de Gaza contra o sul de Israel desde a noite de domingo, disse o Exército israelense.
Forças israelenses foram enviadas à cidade palestina de Halhul, na Cisjordânia. Os corpos foram encontrados sob uma pilha de pedras perto da cidade.
Uma autoridade israelense disse que, aparentemente, os jovens foram mortos logo após terem sido sequestrados.
Israel identificou dois homens, Ayoub al-Kawasma e Abu Aisheh, como suspeitos. O Exército israelense disse ter detonado explosivos enquanto realizava buscas nas casas dos dois. Imagens mostraram grande destruição na casa de Abu Aisheh.
Um palestino foi morto após atirar um explosivo contra forças israelenses que realizavam uma operação na cidade de Jenin, na Cisjordânia, informou o Exército.

Justificando a 'guerra'

O Hamas acusou Israel de usar o caso para justificar uma guerra contra os palestinos. O porta-voz do grupo, Sami Abu Zuhri, disse que se Israel iniciar uma guerra, abrirá "os portões do inferno" e "pagará o preço" por qualquer "agressão".
O governo israelense tem usado o caso para tentar desacreditar o governo de união entre o Hamas e o Fatah, do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. Fatah e Hamas assinaram um acordo de reconciliação em abril após anos de divisão e formaram um governo no mês passado.
O porta-voz de Abbas, Abdallah Abdallah, expressou "pesar" pelas mortes. "Queríamos que a paz fosse criada nesta parte do mundo para que nenhuma mãe ou pai passe pelo luto da perda de seus entes queridos, sejam palestinos, sejam israelenses".
O desaparecimento dos três israelenses deu início a uma grande operação de busca em cidades palestinas na Cisjordânia.
Mais de 400 palestinos foram presos e cinco foram mortos em combates com as tropas israelenses.
Forças de segurança de Israel bloquearam áreas inteiras ao redor de Halhul, a apenas alguns quilômetros de onde os jovens foram vistos pela última vez.





Na noite de segunda-feira (horário local), mísseis foram lançados de Gaza contra o sul de Israel. Em resposta, Israel iniciou ataques aéreos contra alvos de militantes no enclave.
Um repórter da BBC em Gaza disse que o Hamas negou ter realizado ataques com foguetes.
O Ministério da Saúde em Gaza disse que ao menos quatro pessoas ficaram feridas quando uma delegacia foi atingida na região central de Gaza.
Centros de treinamento do Hamas e da Jihad Islâmica também foram atacados, disseram fontes locais. Ataques em centrais de abastecimento de energia causaram blecautes em toda a área.
O vice-ministro israelense de Defesa, Dan Danon, disse à BBC que o Hamas "deve pagar um preço".
"Temos de dizer isso claramente: se você mata crianças inocentes que voltam da escola, você não pode continuar a trabalhar conosco normalmente", disse ele.
O ministro da Economia israelense, Naftali Bennet, escreveu em sua página do Facebook: "Assassinos de crianças não podem ser perdoados. Agora, é o momento de ação, não de palavras."

'Raiva e indignação'

Segundo o correspondente da BBC em Jerusalém, Kevin Connolly, os ataques aéreos da madrugada não devem ser vistos como uma "resposta definitiva" ao caso que paralisou o país nas últimas semanas.
"Seguindo as tradições religiosas judaicas, os funerais deverão ocorrer na terça-feira - e só quando eles forem realizados e o luto nacional passar é que governo de Israel irá finalizar seus planos militares e políticos", disse o repórter.
"Netanyahu, que tem acusado o Hamas pelas mortes, terá que provar para o público israelense que a sua resposta será calibrada em resposta ao enorme sentimento de raiva e indignação que se sente aqui."
As mortes dos estudantes, que foram vistos pela última vez em um cruzamento perto de Hebron, na Cisjordânia, causaram comoção internacional. Eles estavam pegando carona para voltar para casa após a aula em um seminário.

 FONTE: BBC BRASIL

sábado, 28 de junho de 2014

ISRAEL O Super Sinal dos Finais do tempo


Quando um repórter de um jornal secular liga e pede razões pelas quais “estudiosos da Bíblia chamam Israel de supersinal do final dos tempos” – você sabe que devemos estar chegando bem perto do prometido retorno de nosso Senhor. Felizmente, eu havia acabado de ler o livro Prophecies for the Era of Muslim Terror [Profecias para a Era do Terror Muçulmano], do rabino Menachem Kohen, no qual ele apresenta uma visão da qual eu nunca havia ouvido falar. Não sendo um cristão evangélico, ele dá as respostas exclusivamente a partir do Antigo Testamento, usando o cumprimento moderno das profecias antigas, as quais, de acordo com Isaías 46.9-11, são a prova inequívoca de que Deus existe. Já dissemos em outras oportunidades que mais da metade das mais de mil profecias do Antigo Testamento já foram cumpridas – independentemente do que dizem os evangelistas do ateísmo. Apenas Deus pode predizer o futuro e fazer com que ele venha a acontecer realmente. O chamado para o retorno de Israel para a Terra Santa, o lugar exato para onde Deus prometeu trazê-lo nos últimos dias, tem acontecido durante nosso tempo de vida. Ninguém nega que os judeus, depois de estarem espalhados por quase todos os países do mundo, agora formam uma população de quase quinze milhões de pessoas no mundo – o que, em si, já é um milagre. Nenhum outro grupo étnico foi capaz de sobreviver tendo sido arrancado de sua terra natal e permanecido fora dela por mais de trezentos anos ou, no máximo, quinhentos anos, exceto os judeus. Eles foram banidos pelo governo romano depois do levante de Bar Kokhba (cerca de 132-135 anos d.C.), quando tornou-se legal que qualquer um que capturasse um judeu naquela Terra Prometida o matasse imediatamente. É, de fato, um milagre em nossos dias que, depois de 1.700 anos, existam ainda judeus que sobraram para voltar a Israel! Mesmo depois que o nazista louco da Alemanha, possesso de demônio, exterminou 6 milhões de judeus, ainda há uma estimativa de 15 milhões de judeus vivos. Além disso, estima-se que pelo menos um terço deles esteja nos Estados Unidos, outro terço ainda se encontra na Europa ou espalhado em outros 200 países pelo mundo, e o outro terço já migrou para sua Terra Prometida, principalmente durante os últimos 150 anos. Isto é, em si, um milagre inacreditável, mas não é tudo.
 

É, de fato, um milagre em nossos dias que, depois de 1.700 anos, existam ainda judeus que sobraram para voltar a Israel


O fato de que tantos ainda existam é apenas parte do milagre! De acordo com o rabino Kohen, isto é apenas parte do milagre sobrenatural. Pois ele aponta que, em proporção direta da migração dos judeus de volta para sua terra, a própria terra tem sido transformada de uma área desértica sem proveito em uma terra que “mana leite e mel”. Na verdade, ela agora é chamada “o cesto de pão” da Europa. Muitos se referem a ela como “Palestina”, um nome que lhe foi dado pelos romanos para insultar os judeus, e que vem da terra dos filisteus, que eram tão imorais e pagãos que tiveram que ser removidos da “Terra Santa”, o que aquele território realmente será um dia. Eu prefiro chamá-la Terra Santa agora!
Como evidência da terra desolada que ela foi durante 18 séculos, o rabino Kohen citou a seguinte descrição, feita pelo famoso escritor americano Mark Twain, durante sua visita à Terra Santa nos anos 1860.
O solo é suficientemente rico, mas é totalmente tomado pelas ervas daninhas. Existe uma desolação aqui que nem mesmo a imaginação pode agraciar com a pompa de vida e ação. (...) Nunca vimos um ser humano em todo o nosso roteiro. Fomos adiante em direção a Jerusalém. Quanto mais prosseguíamos, mais quente ficava o sol e mais rochosa e nua, repulsiva e deprimente, ficava a paisagem. (...) Quase não havia árvores ou arbustos por ali. Mesmo a oliveira e o cacto, aqueles amigos de um solo sem valor, tinham praticamente desertado do país. (...) Jerusalém é sem vida. Eu não desejaria morar lá. É uma terra sem esperança, sombria e desconsolada. (...) A Palestina está assentada sobre saco e cinza. Sobre ela avulta o feitiço de uma maldição que tem feito definhar seus campos e limitado suas energias. (...) A Palestina é desolada e sem encantos. Poderia a maldição da Deidade embelezar uma terra? A Palestina não é mais deste mundo de labuta diária.[1]
A seguir, o rabino Kohen atrai nossa atenção para um fato pouco conhecido que destaca a miraculosa falta de chuva na “Terra Prometida” por causa do julgamento de Deus sobre os judeus devido à sua continuada rebelião contra Ele.
Sabemos que em algumas áreas do mundo a fome ocorre ocasionalmente por causa da escassez das chuvas. Infelizmente, isto acontece, mas na maior parte das vezes, essas ocasiões de fome duram pouco tempo porque os países do mundo são providos de quantidade suficiente de água para manter a vida. Esta condição tem sido verdadeira para todos os países, exceto um. Israel é essa exceção. Este é um país que já foi incrivelmente fértil e que subseqüentemente foi privado das chuvas pela maior parte de 1.800 anos – começando no ano 70 d.C. e continuando até o início do século XX, por quase todos esses 660.000 dias. Virtualmente não houve nenhuma chuva e nenhum alimento durante 1.800 anos – este é um fenômeno totalmente inexplicável e totalmente incrível. Não ter precipitação de chuvas adequadamente por quase dois milênios está além do âmbito das probabilidades estatísticas em qualquer região do mundo – mas em especial onde antes as chuvas haviam produzido uma fertilidade tal que aquela terra era repetidamente descrita como “a terra que mana leite e mel”. Em tempos passados, essa terra fértil ostentava florestas e copiosas colheitas. Até os animais eram semelhantemente afetados. A terra era simplesmente bela em todos os aspectos. Que uma terra assim fértil fosse subitamente privada de água e depois que uma terra assim fértil fosse transformada em um deserto – evoluindo da fertilidade à esterilidade tão rapidamente e tão dramaticamente, parece ilógico. Além disso, esta transformação incomum para uma terra desolada persistiu durante 660.000 dias, algo totalmente sem paralelos nos anais da história mundial.[2]
Uma terra vazia foi transformada na “terra que mana leite e mel”, como acontecia no Antigo Testamento.

Embora a dispersão dos judeus tenha ocorrido por causa de sua rebelião contra Deus ao se recusarem a obedecer ao primeiro mandamento: “Não terás outros deuses diante de mim (Êx 20.3), ela também serviu para livrar a terra, para os judeus, de muitos futuros invasores. Até mesmo muitos dos islâmicos árabes militantes, que, após o século VII surgiram por meio do pagão Maomé, acharam que a terra era inóspita demais para construírem civilizações duradouras naquele lugar.
O que eu acho fascinante neste fato histórico dos 660.000 dias sem chuva, visto que apenas Deus pode enviar e retê-la, é que ela foi retida da Terra Santa por 1808 anos! Mark Twain deve ter chegado para ver o estado lamentável do país justo antes que começasse a chover. Aquele foi praticamente o momento em que os judeus começaram a retornar para sua terra. E, de acordo com meu amigo Joe Farrah, que é proprietário do site jornalístico WorldNetDaily, não apenas começou a chover na metade dos anos 1.800, mas Israel tem continuado a ser uma terra próspera até o dia de hoje. Uma terra vazia foi transformada na “terra que mana leite e mel”, como acontecia no Antigo Testamento. Além do mais, tem sido descoberto gás suficiente ali para fazer Israel não apenas auto-suficiente em combustível, mas também um exportador desse produto para o qual há tanta demanda, que chega a inflamar o ódio dos árabes contra os judeus. E não seria surpresa ver Israel descobrir petróleo. Posso imaginar o que isso faria para aquecer a situação do Oriente Médio.
Israel é “o supersinal” do “final dos tempos” e este é apenas um dos vários sinais. Estamos chegando muito perto do ressoar dos céus (1Ts 4.13-18), que chamará os seguidores do Senhor de volta para casa! (Tim LaHaye - Pre-Trib Perspectives - http://www.beth-shalom.com.br)

Notas:

  1. Kohen, Rabbi Menachem, Prophecies for the Era of Muslim Terror, Brooklyn: Lambda Publishers, Inc., 2007. p. 26. (Kohen cita aqui The Innocents Abroad or The New Pilgrim’s Progress [Os Inocentes no Exterior ou O Progresso dos Novos Peregrinos], Harper & Row, NY, 1922, p. 216).
  2. Ibid., p. 22.
Tim LaHaye escreveu mais de 40 livros e é co-autor dos best-sellers da série Deixados Para Trás.Ele também é um dos editores da Bíblia de Estudo Profética e um dos fundadores do Pre-Trib Research Center (Centro de Estudos Pré-Tribulacionais).

Replicando Materia Site: http://www.beth-shalom.com.br/artigos/israel_supersinal.html



quinta-feira, 26 de junho de 2014

Hugo Chaves e a Maldição sobre Israel (Vídeo)


O que o recém falecido caudilho venezuelano disse: "... Aproveito para condenar de novo desde o fundo da minha alma e das minhas vísceras ao Estado de Israel. Maldito seja o Estado de Israel... Maldito seja! Terrorista e assassino!" 


UM ANO DEPOIS...

Exatamente um ano depois de proferir esta maldição sobre Israel (veja video Acima), o ditador anti-semita foi à TV revelar que sofria de um mal (doença) que lhe tinha surgido das entranhas... CHAVEZ COM AHMADINEJAD As mesmas entranhas de onde ele amaldiçoou Israel são agora as vítimas da sua própria maldição... Não nos regozijamos com isto. Pelo contrário, isto serve de alerta para nós, de que com Deus não se brinca. Outros que amaldiçoaram Israel já partiram de forma violenta (Hitler, Saddam Hussein, Khadafi, etc.) e outros podem estar a caminho, a menos que se arrependam. Chavez chamou Israel de "estado genocida"...
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