Tecnologia do Blogger.

Salmo 127

Translate

Deixe seu recado AQUI!!!

Nome

E-mail *

Mensagem *

Salmos

"ORAI PELA PAZ DE JERUSALÉM! SEJAM PRÓSPEROS OS QUE TE AMAM. REINE PAZ DENTRO DE TEUS MUROS E PROSPERIDADE NOS TEUS PALÁCIOS. POR AMOR DOS MEUS IRMÃOS E AMIGOS, EU PEÇO: HAJA PAZ EM TI! POR AMOR DA CASA DO SENHOR, NOSSO DEUS, BUSCAREI O TEU BEM" SALMOS 122.6-9
curioso gif

segunda-feira, 4 de junho de 2012

História de Israel: Os Descendentes de Abraão



A história de Israel começa com a aliança de Deus com Abraão em aproximadamente 2000 AC: "de ti farei uma grande nação" (Gênesis 12:2). O nome "Israel" (o qual significa "um que luta vitoriosamente com Deus" ou "um príncipe que prevalece com Deus") vem do novo nome que Deus deu a Jacó, o neto de Abraão, quando ele prevaleceu em uma luta espiritual em Jacó Peniel (Gênesis 32:28). É neste ponto que os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó são muitas vezes mencionados como os "filhos de Israel".
História de Israel: A seleção de uma nação especial
A história de Israel começou ainda antes de 2000 AC. Na verdade, a seleção de Israel como uma nação especial foi uma parte do plano de Deus desde o início dos tempos. A escolha de Deus da nação de Israel como o Seu "povo escolhido" não foi devido a qualquer tamanho, natureza ou atração especiais. Na verdade, a nação de Israel foi a de menor número entre todas as outras nações (Deuteronômio 7:6-8). Pelo contrário, Deus escolheu estas pessoas por causa de Seu amor por eles e por causa de Sua aliança incondicional com Abraão. Isso não quer dizer que Deus amava a Israel mais do que os outros povos; isso significava apenas que Ele queria usar Israel como o Seu meio de amar e abençoar a todos. Foi o plano de Deus desde o início usar Israel para trazer o Messias, o qual iria atuar como o salvador de todo o mundo.
História de Israel: O Registro Bíblico
A história de Israel, conforme descrita na Bíblia, abrange cerca de 1800 anos. Ela proclama uma narrativa dinâmica dos milagres, julgamentos, promessas e bênçãos de Deus. Israel começa como uma promessa unilateral a um homem, Abraão. Por mais de 400 anos, Abraão e seus descendentes dependem dessa promessa, mesmo durante um período significativo de escravidão no Egito. Em seguida, por meio de uma série de acontecimentos milagrosos incríveis, Deus liberta os israelitas do Egito no Êxodo (em hebraico: "saída"). O Êxodo é a ocasião que a maioria dos judeus enxergam como a fundação da nação de Israel. O Êxodo é o ato de libertação que habita no coração dos israelitas como uma demonstração do amor de Deus e da proteção de Israel. Uma vez que o Êxodo foi completado, Deus estabeleceu uma aliança condicional com os israelitas no monte Sinai. Foi lá que Deus proclamou a Sua Lei (os Dez Mandamentos). Foi lá que Deus prometeu bênçãos para os que obedecem a Sua Lei e maldições para os que a desobedecem. O resto da história de Israel como registrada na Bíblia é um ciclo contínuo de bênção (pela obediência de Israel) e castigo (pela desobediência à Lei de Deus). Durante os tempos de vitória e derrota, o rei e os juízes, os sacerdotes e profetas, restauração e exílio - os israelitas são abençoados quando obedecem a Deus e disciplinados quando não O obedecem. Como nação, Israel foi destruída pelos romanos em 70 DC. Naquele tempo, os judeus se espalharam pelo mundo todo, mantendo a esperança por causa das promessas proféticas de um eventual retorno à terra que Deus deu a Israel. Em 1948, depois de quase 1900 anos, Israel foi novamente declarada uma nação soberana e oficialmente restabelecida na terra prometida. Através de uma série de eventos miraculosos, incluindo os judeus retomando a posse de Jerusalém em 1967, esta geração está testemunhando o cumprimento da profecia que diz respeito à nação especial de Deus.
História de Israel: O Grande Propósito de Deus
Por que é que tanto da Bíblia se centraliza na história de Israel e no futuro do seu povo? Por que uma nação foi escolhida como o "povo escolhido de Deus"? Estas perguntas são respondidas quando examinamos o grande propósito de Deus para Israel. Quando Deus fez a promessa incondicional a Abraão de que Ele faria de seus descendentes uma grande nação, Deus também prometeu abençoar todas as pessoas através dessa nação (Gênesis 12:1-3). Portanto, Israel nunca foi considerado o único recipiente das bênçãos de Deus, mas sim um canal de distribuição das bênçãos de Deus para toda a humanidade. Os milagres de Deus para Israel, assim como a sua dramática libertação do Egito, foram destinados não só para os próprios israelitas, mas como prova do poder absoluto e singularidade de Deus para um mundo politeísta que assistia o que estava a acontecer com a nação de Israel (Êxodo 7:5; 14:18, Josué 2:9 -11). Sempre foi a intenção de Deus de que o Messias que viesse através da nação de Israel fosse o Salvador de toda a humanidade (Isaías 49:6). O Antigo Testamento também contém muitos convites para que o mundo inteiro viesse adorar em Israel o Deus único (Salmo 2:10-12; 117:1).

Devido a acontecimentos recentes na Terra Santa, é claro que a promessa de Deus a Abraão ainda está sendo cumprida. Assim, a promessa de Deus para abençoar todos os povos através de Israel ainda é absolutamente evidente. O ensino, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, e o crescimento e influência de Sua Igreja, foram possíveis através da eleição de Israel por parte de Deus como o Seu povo. Todas as pessoas que aceitam Jesus como o seu Messias, seja essa pessoa um judeu ou um gentio, recebem grandes bênçãos de Deus por meio de Seu povo escolhido, a nação de Israel.
BY: CARLOS BATISTA





























Israel Uma nação sem igual


UMA NAÇÃO SEM IGUAL!
“Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer um país num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas Tziyon esteve de parto e já deu à luz seus filhos” (Yesha’yahu 66:8).
No primeiro século da nossa era, o povo de Israel viu sua nação ser atacada, seu templo destruído, seu povo disperso. Apagou-se o nome ISRAEL dos mapas de então e erigiram uma mentira chamada Palestina.
Por quase dois mil anos houve tentativas, de todas as formas, de eliminar por completo qualquer vestígio histórico que pudesse lembrar que naquelas terras existiu um dia uma nação chamada Israel.
Mas seu povo, resistente, valente, aguerrido nunca deixou de sonhar com o retorno ao seu legítimo lar. Em qualquer lugar onde se encontrasse um Filho de Israel, todos os anos, por quase dois mil deles, ouviu-se uma frase: “O ano que vem em Jerusalém!”
Demorou, foi chorado, foi sofrido, mas no dia 14 de maio de 1948, ou melhor, no DIA 5 DE IYAR DE 5708 a História fez justiça e o Povo mais perseguido de todos os tempos teve o seu país de volta.
Neste 5 de Iyar de 5772, festejando os 64 anos deste momento histórico, compartilho com meus leitores um belíssimo filme feito pela Bnei Akiva de São Paulo. Nele, além de comemorar os 64 anos de retomada da sua Terra, vemos que Israel também chora pelos mortos que tombaram defendendo o direito de jamais perdê-la.
PARABÉNS ISRAEL!


A Igreja e o povo de Israel


O novo povo de Deus

A Igreja é o novo povo de Deus. Os crentes tornam-se novas criaturas em Cristo e parte de um novo grupo da humanidade. Pedro disse aos cristãos, “sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós que outrora nem éreis povo, e agora sois povo de Deus; vós que não tínheis alcançado misericórdia, e agora tendes alcançado”, (I Pedro 2:9,10). 
No concílio de Jerusalém, Tiago declarou, “Simão relatou como primeiramente Deus visitou os gentios para tomar dentre eles um povo para o seu Nome”, (Atos 15:14). Paulo escreveu que Cristo, “se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo todo seu, zeloso de boas obras”, (Tito 2:14). “e que consenso tem o santuário de Deus com os ídolos? Pois nós somos o santuário do Deus vivo, como Deus disse: neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus, e eles serão meu povo”, (II Coríntios 2:16).  
I. Os três grupos da humanidade  
A igreja é um dos três grupos dentro do qual todos os homens estão divididos. Paulo escreveu, “Não vos torneis causa de tropeço, nem a judeus, nem a gregos, nem a igreja de Deus” ( I Coríntios 10:32). Segundo esta divina classificação, todo homem ou é judeu, ou gentio, ou um membro da igreja de Deus. Os judeus são o povo do pacto de Deus, o Israel literal. Os gentios são normalmente a humanidade não-judaica, as nações. A igreja de Deus é o corpo de Cristo, e consiste de ambos, judeus e gentios.
Os três grupos nem sempre existiram. Durante o tempo entre Adão e Abrão, existiu somente um grupo, as nações, ou gentios. Entre Abrão e o ministério terrestre de nosso Senhor, existiram dois grupos da humanidade, as nações e a nação, ou os gentios e os judeus. Hoje, durante os séculos entre o Pentecoste e o retorno de Cristo, existem três grupos: as nações, a nação, e a Igreja de Deus. 
Cada um destes três períodos estendeu-se por aproximadamente por dois milênios. Durante o primeiro período, Deus trabalhou com a maioria da humanidade; durante o segundo período, Ele trabalhou principalmente com a nação, Israel; durante o terceiro período, Ele está trabalhando com a Igreja. Nós estamos vivendo o período chamado de dispensação da igreja.  
1. Gentios. Todos os homens, através de seu natural nascimento, são judeus ou gentios. Gentios são as pessoas que não judeus. Deus elegeu a nação, Israel, que não existia antes de Deus escolher Abrão para ser o ancestral da nação. Antes da formação da nação do pacto de Deus, todos os homens eram gentios. As nações originaram-se dos três filhos de Noé depois do dilúvio, (Gênesis 9:19; 10:32). Primeiramente, todos os homens eram uma unidade. Tinham uma única língua; viviam juntos como um único povo; conheciam um único Deus. A humanidade degenerou, como sempre, da civilização para a selvageria e do monoteísmo para o paganismo. Tendo antes vivido na luz, o homem mergulhou nas trevas. Como juízo, Deus mudou a língua das pessoas e espalhou as nações pelos continentes, (Gênesis 11:1-9). A longa noite do paganismo teve início.  
2. Israel: Vivendo no paganismo, a maioria da humanidade era desagradável a Deus. Através de Seu plano de salvação, Deus propôs resgatar as nações das trevas e trazê-las para a luz. Ele queria restaurá-las do pecado para a justiça, da idolatria politeísta para a adoração monoteísta, e da mitologia para a verdade. Ele chamou todas as nações para adoração de Deus como o único Deus e para viverem segundo os Seus princípios de justiça. Para realizar seu trabalho de trazer a humanidade para Si, Deus em Seu plano escolheu uma nação que serviria de exemplo e de testemunhas missionárias às outras nações. Nenhuma das nações existentes sobre a terra estava qualificada para desempenhar este trabalho. Todas se degeneram no paganismo. Todas as nações igualmente necessitavam de redenção. Contudo, Deus planejou formar uma nação especial de Sua propriedade para executar Seu propósito. Sendo assim, Deus elegeu a Abraão para ser o fundador de Sua nação missionária, e escolhida, Israel. Israel jamais existiria se Deus não tivesse escolhido para o Seu plano. A origem, a continuidade e a preservação dessa nação é o resultado miraculoso trabalho de Deus.
A nação escolhida por Deus foi exaltada sobre todas as nações. (Êxodo 19:5, 6; Deuteronômio 7:6; 14:1,2; 26:16-19) Deus colocou Sua nação na terra de Canaã num ponto entre três continentes, onde se converge todo o mundo, o centro da terra. Israel seria a luz para brilhar na escuridão, como uma nação sacerdotal que conduz os povos de volta a Deus. Para retornar a Deus, os gentios tinham que se tornar parte da nação escolhida por Deus. A história do Antigo Testamento descreve o trabalho de Deus na escolha de uma única nação. 
3. A igreja. Durante séculos, desde o ministério terrestre de Cristo, Deus tem trabalho com um novo grupo da humanidade, a Igreja de Deus. A Igreja de Deus é novo povo que consiste de judeus e gentios. “Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre não há homem nem mulher porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gálatas 3:28). “Onde não há grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo ou livre, mas Cristo é tudo em todos” ( Colossenses 3:11 ). Quando os pecadores aceitam Jesus como Senhor e salvador, não são mais considerados judeus ou gentios dentro da ótica divina; as velhas distinções desaparecem. Os homens se tornam novas criaturas e parte de um novo grupo da humanidade; eles são membros da Igreja de Deus.  
Ao dar aos gentios um tratamento igual ao povo do pacto do Antigo Testamento (Israel) significa ao mesmo tempo a anulação dos privilégios exclusivos dos judeus e o coloca ao patamar das nações (Romanos 11:25). Pelo ponto de vista do lugar de Israel, como nação, na história da salvação, a presente Era é como um parêntese. Os gentios agora podem livremente beber da salvação, sem precisarem obter permissão dos judeus, (Romanos 10:12,13). O parcial endurecimento de Israel lhes foi tropeço, mas constituiu-se em riqueza para todo o mundo (Romanos 11:11, 12, 25). Longe de estarem nas trevas, os crentes gentios tem igual valor aos crentes judeus. São co-herdeiros e co-membros do corpo de Cristo, compartilhadores da promessa e concidadãos dos santos, (Efésios 3:6; 2:19). São compartilhadores da possessão espiritual (Romanos 15:27), e são com eles “um novo homem”, o corpo de Cristo (Efésios 2:15, 16). Logo na Igreja de Deus não governa mais a distinção. (Erich Sauer. The Triumph of the Crucified. Grand Rapids : Erdmann’s, 1952, p. 64)  
II. A relação dos três grupos  
Para as nações, Cristo é a rocha que despedaça as nações, (Daniel 2:34, 35, 44, 45; Apocalipse 19:11-16). Para Israel, Cristo é a rocha rejeitada, (Isaías 8:14,15; Mateus 21:33-44). Para a Igreja, Cristo é a pedra fundamental de esquina, (Isaías 28:16; Efésios 2:20,21). As nações rejeitaram a Cristo; elas serão despedaçadas. Israel rejeitou a Cristo; foi disperso entre as nações. A Igreja aceitou a Cristo; ela é edificada Nele.  
Os gentios estão representados na grande imagem de metal do sonho de Nabucodonosor, (Daniel 2:31-45). Israel é representado como um homem e um exército de cadáveres, sem vida e cujos ossos estão separados, na visão do vale de ossos secos de Ezequiel, (Ezequiel 37:1-11).  A Igreja é representada por um novo homem em Jesus Cristo, um corpo composto de judeus e de gentios tendo Cristo como cabeça, (Efésios 2:11-19).
Deus tem trabalhado com os três grupos da humanidade. A Igreja será completada e glorificada. Os cristãos mortos ressuscitarão e o os cristãos vivos serão transformados na segunda vinda de Cristo. A igreja glorificada será arrebatada para encontrar a Cristo no ar e estará com Ele quando Ele aparecer para as nações como Rei dos reis. Israel, espalhado entre as nações e perseguido durante o período da igreja, tem agora mais uma nova oportunidade de se converter e aceitar a Cristo como o Messias prometido e de ser exaltado como parte integrante da “igreja”, o novo povo de Deus sobre a terra. Esta igreja ou este novo povo de Deus, denominado também de Israel Espiritual, é agora uma nação sacerdotal ( I Pedro 2:9; Apoc. 1:6) com a missão de trazer as outras nações (chamar pecadores ao arrependimento) para Deus. Assim, no fim de todas as coisas haverá uma só rebanho e um só pastor, uma só “nação”, um só povo de Deus, todos quantos foram salvos do dia da ira e servirão a Deus e ao Cordeiro, e viverão em paz e em justiça por toda eternidade. (Apoc. 7: 9-10).
Qual dos grupos da humanidade você pertence? É você um Judeu, um Gentio, ou um membro da Igreja de Deus? Uma pessoa pode pertencer exclusivamente a um único grupo á seu tempo. Todo homem nasce como Judeu ou Gentio; ninguém nasce como membro da Igreja. Pela aceitação da graça de Deus (Cristo), o pecador seja ele Judeu ou Gentio pode tornar-se membro da igreja de Deus, o novo povo de Deus, povo que somente Deus o conhece, um povo não institucionalizado por algum homem, mas chamado, guiado e cuidado pelo próprio Deus, e cujo pastor é Cristo. (Ezequiel 34: 1-31; João 10:14 e 27; I Pedro 2:9; )  
(Traduzido do original: Systematic Theology. Alva G. Huffer. Oregon : Illinois, 1960 e adaptado pelo Ministério Adventista Bereano)
Este estudo foi extraído do livro de teologia sistemática, citado acima, produzido pelo Oregon Bible College, uma faculdade teológica da Igreja de Deus dos Estados Unidos e adaptado pelo Ministério Adventista Bereano para analise e reflexão de alguns irmãos seduzidos com alguns ensinos judaizantes. Ele mostra de maneira contundente que existe uma divisão divina da humanidade em três grupos e que a Igreja é o novo povo de Deus formado tanto de judeus como de gentios. Este novo povo não é mais formado do homem natural, mas do espiritual.  
Antes, o judeu natural já nascia dentro do povo de Deus. Mas agora é diferente. Todos os homens nascem judeus ou gentios, mas ninguém nasce no povo de Deus, a Igreja de Deus. Depois do nascimento natural, é necessário nascer de novo, tanto os judeus como os gentios, porque “todos pecaram, e todos estão destituídos da glória de Deus”. Assim como haverá duas mortes, é necessário haver dois nascimentos.  
Portanto, não é praticar a cultura judaica que nos torna membros deste novo povo, a Igreja de Deus, o corpo de Cristo, mas ser um novo homem, e já não há mais diferença entre judeus e gentios, bárbaros ou citas... Praticar a cultura judaica, só nos assemelha exteriormente ao antigo povo, que perdeu o sacerdócio. A igreja é um sacerdócio comprado da terra, de todas as tribos, línguas e nações, ou seja, tanto dos judeus, como dos gentios. E o que é comprado não é por herança, pois foi pago um preço, o sangue de Cristo. Ele pagou este preço para ter o direito de riscar o escrito da dívida que era contra nós.  
Não tem valor obras judaizantes. Enganam-se os que procuram estas obras para santificação e justificação. Quem nos santificou e justificou foi Cristo. Ele morreu para preparar um povo Seu, zeloso de boas obras, que não pode ser contaminado por heresias de homens que jamais nasceram em Cristo. A igreja é santa, virgem e pura. Os que paganizaram a igreja saíram de nós, porque não era de nós, se fossem de nós teriam permanecido conosco, como disse o apóstolo João. Se existe como pensam alguns, paganismo na igreja cristã, existe naquela que nunca foi à igreja verdadeira.  

Carlos Batista














Nação Escolhida de Deus (ore por Israel)


"Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam. Reine paz dentro de Teus muros e prosperidade nos teus palácios. Por amor dos meus irmãos e amigos, Eu peço: haja paz em ti! Por amor da Casa do Senhor, nosso Deus, buscarei o Teu bem"Salmo 122.6-9



Orar pela paz de Jerusalém é pedir que o Reino de Deus venha e se cumpra no coração de cada morador de Jerusalém e de cada judeu.


• Ore para que sejam levantados líderes como Davi, homens segundo o coração de Deus, que ouvem os conselhos do Senhor e os seguem; líderes que dependem da vontade do Senhor para O obedecer, assim como foi o Rei Davi, JESUS CRISTO.
• Ore para que as batalhas a serem travadas não ocorram nos moldes do mundo, segundo o deus deste século, mas de acordo com as regras e leis do Reino dos céus, governado pelo comandante em chefe dos Exércitos do Senhor.
• Ore por cada soldado do exército Israel, para que conheça o testemunho de que o Messias esperado é JESUS.
• Ore por cada criança árabe mulçumana, programada para conhecer uma só realidade: o ódio aos judeus e cristãos, e o desejo de que sejam liquidados.
• Ore para que o Senhor guarde suas mentes e corações de toda lavagem cerebral que fazem os líderes radicais islâmicos.
• Ore pela conversão dos Fundamentalistas Islâmicos, para que JESUS mesmo se revele a eles, por amor do Seu grande Nome.
• Ore pelo Corpo de CRISTO, que se levante para estar do lado do Seu Senhor e não contra Ele, em toda e qualquer questão. Que se levante como Noiva que se interessa e participa dos assuntos pertinentes ao seu Rei e Senhor!














Israel o maior sinal do fim dos tempos


Apesar dos surpreendentes e espantosos acontecimentos experimentados nestes dias, o maior de todos os sinais do fim dos tempos - e, contudo, o menos enfatizado - é o retorno do povo judeu à Terra Prometida e a fundação do Estado de Israel.
O testemunho de Charles Spurgeon
É necessário olharmos mais meticulosamente para o restabelecimento dessa nação à luz das profecias.
No decorrer do tempo, foi pequeno o número de servos do Senhor que O seguiram de todo o coração e aos quais foi dada a capacidade de reconhecer os acontecimentos futuros.
Charles Spurgeon foi uma dessas pessoas. Antes de Israel voltar a tornar-se uma nação, quando aparentemente era impossível que os judeus retornassem para a Terra Prometida, Spurgeon ensinou que isso aconteceria, exatamente como se lê em Ezequiel 36 e 37:
O significado desse texto bíblico, conforme o contexto revela, é muito evidente. Diante do significado dessas passagens, haverá primeiro uma restauração política dos judeus em sua própria terra e um retorno à sua própria identidade nacional. Em segundo lugar, existe no texto e em seu contexto uma declaração muito clara de que haverá uma restauração espiritual, uma real conversão das tribos de Israel ao Senhor.
Eles haverão de gozar de uma prosperidade nacional que os tornará famosos; mais ainda, serão tão gloriosos que Egito, Tiro, Grécia e Roma esquecerão sua própria glória à luz do grande esplendor do trono de Davi. Se as palavras têm significado real, este deve ser o sentido desse capítulo.
Eu jamais quero aprender a arte de distorcer o significado que Deus atribuiu às Suas próprias palavras. Se a Bíblia diz algo de maneira clara e cristalina, então é isso mesmo que devemos entender. O sentido literal e o significado dessa passagem - que não podem ser negados nem espiritualizados -, deixam claro para nós que tanto as duas quanto as dez tribos de Israel serão restauradas em sua própria terra, e que um rei governará sobre elas.
O anelo de Israel pela paz
Analisemos o desenvolvimento progressivo que está acontecendo e que conduzirá Israel a uma união com a "nova ordem mundial" dominada pela Europa. Apesar dos constantes conflitos, vemos Israel procurando a paz com seus inimigos, não por terem adotado uma nova filosofia que os faz amar uns aos outros, mas pelo anseio por uma paz negociada.
Muitos em Israel estão fascinados com a possibilidade de viver em paz com seus vizinhos árabes. Eles acham que essa paz realmente poderá ser alcançada. Mas a Bíblia diz: "Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão" (1 Ts 5.3).
Israel: o objeto da profecia
Fazemos bem em compreender que os sinais do final dos tempos dados pelo Senhor sãoespecificamente direcionados a Israel. Quando Jesus explicou os eventos dos tempos finais a Seus discípulos juntamente com os sinais que aconteceriam antes de Sua volta, Ele endereçou essas palavras ao povo de Israel.
Temos duas características muito claras mencionadas em Mateus 24, que identificam esse povo:
1. "Então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes" (v. 16). Isto é uma referênciageográfica, e não diz respeito à Igreja de Jesus Cristo. Se vivemos nos Estados Unidos, no Canadá, na Europa, ou em outras partes do mundo, não somos conclamados a fugir para as montanhas da Judéia, pois as palavras foram dirigidas aos "que estiverem na Judéia".
2. Além disso, Jesus está mencionando um motivo de oração: "Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado" (Mt 24.20). O sábado foi dado apenas aos judeus. Lemos nas Sagradas Escrituras, com relação ao sábado: "Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica" (Êx 31.13). Portanto, Israel é o grande sinal dos tempos do fim para os gentios e para a Igreja!
O antigo pecado de Israel
Quais os objetivos de Israel para o futuro? Hoje a nação de Israel está sendo confrontada com seu antigo pecado, com o pecado que cometeu como nação. Há quase 3500 anos o povo de Israel já estava na Terra Prometida. Deus havia cumprido tudo o que prometera a eles com relação à entrada na terra, mas Israel recusou-se a ser o povo escolhido por Deus, negou-se a ser uma nação singular e diferente, e deixou de fazer Sua vontade.
Deus identificou a razão mais profunda dessa rejeição ao dizer que o povo de Israel simplesmente não queria que Deus o governasse. Eles rejeitaram abertamente as palavras de Deus ditas através de Moisés: "Porque sois povo santo ao SENHOR, vosso Deus, e o SENHOR vos escolheu de todos os povos que há sobre a face da terra, para lhe serdes seu povo próprio" (Dt 14.2). Que promessa tremenda! Israel deveria estar acima "...de todos os povos que há sobre a face da terra".
Através da História sabemos que muitas nações têm procurado sobrepor-se a todas as outras nações. Hoje isso é muito evidente nos Estados Unidos. Os americanos consideram que os EUA são uma nação especial. A maioria dos americanos reivindica que os Estados Unidos são a maior nação da história do mundo. Muitas nações antes deles cometeram o mesmo pecado, mas a poeira de suas ruínas testemunha contra elas.
Uma nação santa de cristãos
Quem somos nós cristãos? A resposta está em 1 Pedro 2.9: "Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz". Nós, a Igreja de Jesus Cristo, também somos um povo eleito. Somos uma geração escolhida. Somos uma nação santa. Mas essa nação santa não pode ser comparada ou identificada com quaisquer nações políticas, como os Estados Unidos, o Canadá, a França, a Inglaterra, a China ou outra nação do mundo. Essa nação santa habita entre as nações do mundo, e cada membro dessa nação santa é conhecido pessoalmente pelo próprio Senhor.
Tudo indica que essa nação santa está prestes a se completar, e quando isso acontecer, quando o último dos gentios for agregado à Igreja, seremos arrebatados pelo nosso Senhor, para estarmos em Sua presença por toda a eternidade!
O clamor de Israel por um rei
O anseio rebelde de Israel em tempos antigos, ao pedir um rei ao profeta Samuel para ser "como as outras nações" (veja 1 Sm 8.5-7), não desapareceu simplesmente. Ao contrário, ele atingiu seu clímax 1000 anos mais tarde. Em João 19.15 está escrito: "...Não temos rei, senão César!" Todo o peso da afirmação dos antepassados, refletindo o desejo de serem parte da família das nações, de serem como qualquer outro povo, atingiu, então, a realização: "...Não temos rei, senão César!" Israel ainda será confrontado com essa afirmação quando as nações da terra se ajuntarem para batalhar contra Jerusalém!
Os passos de Israel rumo à paz
Parece que a única solução em relação à Terra Santa é seguir o rumo de uma paz negociada. Apesar dos confrontos com os palestinos, finalmente não restará outra alternativa. A possibilidade do aumento de comércio através das fronteiras dos países é muito tentadora, e não há dúvida de que a economia de Israel continuará a crescer fortemente.
Essas expectativas positivas jamais mudarão a Palavra Profética. Jesus disse: "Eu vim em nome de meu Pai, e não me recebeis; se outro vier em seu próprio nome, certamente, o recebereis" (Jo 5.43).Israel está a caminho de se tornar parte integrante do último império gentílico do mundo e aceitará o anticristo.
Apenas quando compreendemos esses acontecimentos pelo prisma espiritual, podemos começar a entender o que está ocorrendo no mundo político, econômico e religioso. Com isso em mente, iremos compreender melhor o desenrolar dos eventos políticos no mundo de hoje. Se não tivermos conhecimento dos resultados finais, poderemos ser facilmente levados pelo entusiasmo da falsa paz que será anunciada.
O anticristo: o mestre do engano
Quando a Palavra de Deus identifica a obra do anticristo, lemos em 2 Tessalonicenses 2.7-11: "Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda. Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira".
Esse texto bíblico deixa dois pontos bastante claros: primeiro, a obra do anticristo será bem-sucedida através do engano e, segundo, a rejeição à oferta do amor de Deus (Jo 3.16) é o motivo pelo qual as pessoas crerão numa mentira.
Por essa razão, mais do que nunca devemos gravar em nossas mentes e em nossos corações aquilo que o Senhor Jesus ensinou a Seus discípulos: "É como um homem que, ausentando-se do país, deixa a sua casa, dá autoridade aos seus servos, a cada um a sua obrigação, e ao porteiro ordena que vigie. Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã; para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo. O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai!" (Mc 13.34-47). (Arno Froese - http://www.chamada.com.br)











Arno Froese É o Diretor-Executivo da Obra Missionária Chamada da Meia-Noite nos Estados Unidos. Realiza várias conferências anualmente nos EUA e edita as revistas “Chamada da Meia-Noite” e “Notícias de Israel” em língua inglesa. Arno Froese é autor dos livros: “A Misteriosa Babilônia de Saddam”, “Rumo ao Sétimo Milênio”, “O Arrebatamento” (em língua inglesa) e “Como a Democracia Elegerá o Anticristo” (disponível em português).
← Postagens mais recentes Postagens mais antigas → Página inicial